O tablóide popular da cidade de Guarulhos SP

Pesquisadores desenvolvem teste rápido de covid-19 em smartphones

 

O aparelho é como se fosse um USB com sensor que deve ser conectado no celular. O teste utiliza um fragmento do anticorpo chamado nanocorpos dos camelídeos, que é inserido em eletrodos que, ao entrar em contato com a proteína que reveste o novo coronavírus, sofre uma alteração na corrente elétrica, fazendo com que o sistema consiga detectar a presença ou não do coronavírus.

 A amostra deve ser colocada em contato com o sensor do aparelho para a corrente elétrica ser mostrada na tela do celular. Dependendo da intensidade do sinal do paciente é possível detectar se o resultado é positivo ou negativo.

Na primeira fase, segundos os pesquisadores, a eficácia que foi apontada nos testes até agora é de 90% e, para a próxima fase, mil pessoas serão testadas com o aparelho e deve durar cerca de três meses.

Redação iG Guarulhos
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Quase 20 mil testes de covid-19 têm resultado inconclusivo em Guarulhos

 

Do total de testes de covid-19 realizados nos dois mutirões em Guarulhos, quase 20 mil tiveram resultado inconclusivo, o que representa 40% dos testes. Segundo a Secretaria de Saúde, entre agosto e outubro do ano passado, foram realizados 48.844 testes,

Entre os fatores que podem levar a esse resultado estão, por exemplo, a qualidade das amostras, o armazenamento e o tempo entre a coleta e a realização do exame.

A falta do resultado do exame para infecção do coronavírus faz com que pacientes com suspeita de ter a doença circulem pela cidade.

Redação iG Guarulhos
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Covid-19: Variante de Manaus já está em pelo menos 12 estados brasileiros

 

A variante do coronavírus identificada em Manaus se espalhou pelo país e já chegou a pelo menos doze estados brasileiros e vem preocupando autoridades, já que ela é considerada mais transmissível que outras cepas causadoras da Covid-19.

A variante de Manaus já foi identificada em Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Pará, Paraíba, São Paulo, Roraima, Ceará, Piauí, Santa Catarina e Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, o número de casos confirmados já se aproxima de 200, segundo dados do Ministério da Saúde e de secretarias estaduais.
O Ministério da Saúde informou que, no caso da variante do Reino Unido, até o momento houve “casos isolados” nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, além do Distrito Federal. E, por ora, não há registro da circulação no país da variante descoberta na África do Sul.

Redação iG Guarulhos
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Ônibus de Guarulhos recebem adesivos para alertar sobre pontos cegos do veículo

 

Por um espaço de cerca de quatro metros, a partir do banco do motorista, o condutor do ônibus não enxerga veículos ciclomotores ou bicicletas que estejam trafegando em ambos os lados, pensando nisso, agora os ônibus municipais de Guarulhos estarão com adesivos de alerta em sua lateral para chamar a atenção dos motociclistas e ciclistas sobre o pontos cegos do motorista.

O adesivo aplicado nos ônibus leva a seguinte mensagem; “Atenção: ponto cego. O motorista pode não estar vendo você”.

A sugestão de adesivar os ônibus foi apresentada pelos próprios concessionários do sistema de transportes.

Segundo Martha Bitner. diretora de Transportes, a iniciativa visa à redução de vítimas fatais, principalmente os motociclistas, e está em consonância com o Plano de Mobilidade Urbana da cidade de Guarulhos e com a proposta do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) para o ano de 2021 sob o slogan “No trânsito, sua responsabilidade salva vidas”.

Redação iG Guarulhos
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Reino Unido já interna 100 crianças por semana com síndrome rara pós-Covid

 

Segundo o jornal britânico The Guardian, mais de 100 crianças por semana já foram internadas nos hospitais do Reino Unido com síndrome rara que está aparecendo em alguns dos pequenos pacientes semanas após serem infectados por coronavírus.

A Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P), é um conjunto de reações do sistema imunológico que aparecem cerca de um mês depois de a criança ter contraído Covid-19.

Os sintomas mais comuns são febre persistente de até 40 graus, dores abdominais, pressão sanguínea muito baixa e manchas na pele. Em casos mais graves, podem evoluir para uma infecção generalizada.
A estimativa é que uma a cada 5 mil crianças tenha desenvolvido a nova síndrome após contrair Covid-19 no Reino Unido. Embora a proporção em relação ao total de infectados pelo vírus não esteja aumentando, o número de internações de pacientes com os sintomas está crescendo. 

Redação iG Guarulhos
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HPV - Saiba mais sobre a vacina como forma de proteção

 

O tema vacinas está em pauta em todo mundo, o que traz alguns avanços contras os movimentos anti vacinas, com tanta informação gerada pela vacina contra o novo coronavírus o que mais se entende é que muitas vezes a vacinação é a única forma de combater algumas doenças, ou pelo menos minimizar os danos causados quando se contrai o agente infeccioso.

O alerta aqui é para uma vacina já disponível no SUS (Sistema Único de Saúde) mas que não apresenta boa adesão da população. Vamos falar um pouquinho sobre a vacina do HPV (Papiloma Vírus Humano).

O HPV é um vírus altamente contagioso e seu principal meio de transmissão é via sexual mas, não é o único, o contato com a mucosa infectada também é via de contaminação. Conhecido também com a doença das verrugas, o HPV causa essas lesões que têm aparência de couve flor. O quadro mais preocupante é quando a infecção viral se torna persistente e causa o câncer, nas mulheres, o câncer de colo de útero que é, segundo o Instituto Nacional do Câncer, o terceiro tumor maligno que mais acomete a população feminina.

Desde 2014, a vacina está disponível no SUS inicialmente somente para as meninas, porém, em 2016 o SUS liberou as doses também para os meninos. A faixa etária para ter acesso a vacina é de 9 a 14 anos para meninas e de 11 a 14 anos para meninos. De apresentação injetável, a vacina Quadrivante (que protege contra 4 tipos de vírus) é feita em um esquema de duas doses com intervalo de 6 meses entre as doses.

Existem situações especiais para aplicação da vacina em pessoas que tiveram outros cânceres, fizeram transplante de órgãos ou são portadores do vírus HIV têm acesso à vacina de 9 a 26 anos em um esquema vacinal de três doses. 

Na rede particular, a faixa etária também muda para mulheres de 9 a 45 anos e para homens de 9 a 26 anos. O esquema é de duas doses para a faixa etária de 9 a 14 anos 11 meses e 29 dias e de três doses para pessoas a partir de 15 anos. 

A ideia de melhor eficácia é iniciar o esquema vacinal antes da primeira relação sexual pois, é cientificamente comprovado melhor resposta imunológica.

As contraindicações são: gravidez, alergia a algum componente da vacina, febre no dia da vacinação.  

Dentro da rede particular, além das vacinas bivalente e quadrivalente, tem a opção da nonavalente que protege contra nove tipos de vírus, essa mesma vacina também foi aprovada para prevenção de tumores de orofaringe, como esse câncer é causado na maioria dos casos pelo vírus 16. Segundo especialistas essa vacina foi aprovado nos EUA, pois é a única vacina disponível no país, o que não significa que as outras vacinas que também tem esse vírus em sua composição não seja tão eficaz para combater esse tipo de câncer, é a  medicina buscando sempre evoluir com a prevenção em foco.

Vale lembrar que a vacina protege contra os principais tipos de HPV que causam câncer de colo de útero, mas não substitui as ações de proteção para uma vida sexual segura como: usar preservativo, manter os exames de controle, neste caso o papanicolau, e realizar o check up anual ou conforme orientação médica.

Se ficou curioso e quer saber mais sobre a vacina do HPV, entre em contato com a Secretaria Municipal de Saúde para mais informações.

Cuide-se!

Especialista em urgência e emergência e gestão de pessoas.
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Bill Gates financia projeto que pretende 'escurecer o sol' e reduzir aquecimento global

 

O bilionário fundador da Microsoft, Bill Gates, junto a alguns cientistas de Harvard, estaria financiando um estudo para usar na atmosfera um aerossol que seria capaz de dissipar a quantidade de luz solar que incide sobre a superfície terrestre para conter o aquecimento global.

Chamado de 'Experimento de Perturbação Controlada Estratosférica' (SCoPEx, na sigla em inglês), o experimento que pode até parecer ficção científica no primeiro momento, pretende borrifar poeira atóxica de carbonato de cálcio (CaCO3) na atmosfera para compensar os efeitos do aquecimento global e refletir parte da luz solar de volta ao espaço.

Os cientistas envolvidos no projeto alegam que, a princípio, o aerossol poderia ser eficiente apenas para dispersar a luz solar e, com isso, resfriar a superfície terrestre, mas que, de imediato, não haveria nenhuma mudança química na estratosfera. A iniciativa, portanto, dissiparia o calor solar que atinge a terra, enquanto a atmosfera continuaria acumulando gases estufa.

O projeto dará seu primeiro passo em junho, onde será liberado no céu da Suécia um balão para que sejam testados os sistemas operacionais e de comunicação que serão responsáveis pela emissão da poeira de CaCO3 na atmosfera, caso ela chegue às etapas mais avançadas. A Swedish Space Corporation, uma estatal suéca de tecnologia espacial, está envolvida nessa etapa do projeto.

Redação iG Guarulhos
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